Biah Frazão

Josephine Langford nasceu no dia 18 de agosto de 1997 em Perth, Australia, filha dos médicos Elizabeth e Stephen Langford e irmã mais nova de Katherine Langford. Desde cedo, Josephine já sonhava em ser atriz e em 2013 iniciou sua carreira e desde então nunca parou. Leia mais

Por em março 30, 2019

Segundo a International Business Times, o próximo projeto de Crawford é uma série de horror antológico de 12 partes, focada em diferentes feriados ao longo do ano. Intitulado “They Came Knocking”, seu retorno na série chega em junho e será sobre o Dia dos Pais.

De acordo com o liberado, ele será o mais recente viúvo que decide ir em uma viagem com suas duas filhas para o feriado, mas as coisas não acontecem exatamente como planejadas quando se veem cercadas por entidades sobrenaturais assustadoras.

O episódio “Into the Dark” também inclui Josephine Langford (“After”), Robyn Lively (“Teen Witch”), Lia McHugh (“American Woman”) e Dwight Hicks (“Scorpion”).

O Hulu ainda não anunciou uma data oficial de lançamento, mas o episódio deve sair em junho.

Fonte: International Business Times | Tradução: Biah (Equipe Josephine Langford Brasil)
Por em março 30, 2019
Por Samuel Anderson (22 de Fevereiro de 2019)

No dia dos namorados, o primeiro trailer oficial de After mostrou uma história de amor diferente de todas as que a gente já viu no telão. Além de colocar adolescentes e seus pais em alerta, o trailer nos introduziu duas estrelas em ascensão: Hero Fiennes-Tiffin e Josephine Langford, que interpretam o casal Hardin e Tessa. Baseado na famosa série de livros After, o filme, que chega aos cinemas dia 12 de abril, segue Tessa em um caminho adjacente ao de 50 Tons de Cinza com Hardin, um personagem que há uma presença consumidora estilo Harry Styles que ela encontra na faculdade.

Como os protagonistas românticos do filme, Fiennes-Tiffin e Langford podem estar na crista de um  sucesso, mas nenhum deles é estranho ao brilho do holofote; nascido em Londres, Fiennes-Tiffin é sobrinho dos atores Joseph e Ralph Fiennes, enquanto sua colega australiana é irmã de Katherine Langford, estrela de 13 Reasons Why. Mas, como descobrimos quando o casal da tela sentou-se recentemente com V, experimentar a fama em primeira mão é outra história – que inclui tudo, desde assistir a suas próprias cenas escandalosas com a família ao manuseio de cobras.

Leia a entrevista abaixo.

J: Devo começar? Vamos fazer um bate e volta. Como você era na escola?
H: Eu me lembro de ser muito diferente na escola. Eu mudei muito, mas eu era um cara legal, acho. Eu não me enfiei em muitos problemas. Quando olho para trás, eu sinto falta do tempo com os amigos.

H: Como você era na escola? O que te atraiu à atuação, ou quando foi que o bichinho te picou?
J: Na escola, acho que eu sempre fui a criança estranha. Mas desde criança eu acho atuar divertido e sempre soube que era algo que gostaria de fazer, então, eventualmente eu comecei.

H: Sei o que você quer dizer. Todo mundo é estranho no colégio, acho. Qual foi a sua primeira obsessão quando criança? Acho que sei… Foi o Eurovision? Podemos concordar em discordar sobre ser mais importante do que a Copa do Mundo…
J: Ah! Eu amo Eurovision! É a melhor coisa do mundo e assisti-lo deveria ser obrigatório. Eu poderia falar sobre isso por um tempo.

H: Falando de música, One Direction, a inspiração para After, foi algo importante enquanto você crescia na Austrália?
J: Importante tanto quanto em qualquer outro país. Eu ouvi um de seus discos e achei bom, mas não fazia parte do fandom, necessariamente.

H: Você pareceu um pouco defensiva aí!
J: Acho que eles estão indo muito bem como artistas solo! Você era um fã? Que tipo de música você ouve?

H: Eu gosto de pensar que sou eclético, mas minhas playlists são dominadas por rap britânico. E quanto a você?
J: Muita coisa. Gosto de músicas em particular em oposição à discos e artistas — Spotify contribuiu muito pra isso. Que tipos de livros você lia quando criança? Você era um leitor voraz?

H: Eu definitivamente não lia tanto quanto deveria. O primeiro livro que li foi Horrid Henry — Vocês tinham isso lá? É sobre uma criança, Henry, que entrava em confusão o tempo todo e enchia o saco do irmão, Peter. Eu sou o mais novo, então me identificava com Peter, e meu irmão era mais como Henry. De qualquer forma, estou entrando muito a fundo nisso.

J: Falando em livros, como você conseguiu seu papel em Harry Potter e o Enigma do Príncipe?
H: Minha mãe era uma diretora na Europa e ela conhecia as pessoas que estavam fazendo a escalação; eles ainda não haviam encontrado ninguém para o papel do jovem Tom e perguntaram se alguma de suas crianças gostariam de fazer audição. Ela teve que me convencer um pouco; eu não acreditava que conseguiria o papel e a audição significava perder seis dias de escola, basicamente. Mas eventualmente consegui o papel, para a minha surpresa… O que você achou de After quando leu o roteiro?

J: Eu estava no avião quando li pela primeira vez. Achei que era uma ótima história e um pouco sensual. Enquanto o tempo passou, eu fiquei mais confiante no que estávamos fazendo e cada vez mais animada com o filme. E você?
H: Eu sempre acho difícil responder essas perguntas… Mas eu reagi estranhamente da mesma forma que você; eu achei uma história ótima.

J: Existe alguma cena que você está animado para ver no filme? Ou alguma que não está?
H: Há várias cenas que não estou ansioso para ver com meus amigos e família. Estou animado para ver as que eu não estou, tipo as cenas em que você está em casa… Foi um desafio manter o sotaque americano como Tessa?

J: Não foi, porque eu tentei falar o máximo possível com ele.

H: Qual a porcentagem de tempo em que você esteve com o sotaque?
J: Acho que estava até falando assim fora do set. Em algumas ocasiões, quando se está na América, as pessoas te entendem melhor sem o sotaque australiano.

J: Quando você leu o roteiro, imaginou alguém no papel da Tessa?
H: Havia outra atriz originalmente escolhida para ser a Tessa, então as minhas expectativas mudaram quanto a isso, óbvio. Mas depois que o processo seguiu, não criei expectativa nenhuma, na verdade.

J: Eu não imaginei mais ninguém também… Você é britânico, e o seu personagem também, então isso bateu com as minhas expectativas. Você não tem tatuagens e o personagem sim, então isso foi um desafio! Em termos de colaboração, existe alguém que você amaria trabalhar junto?
H: Minha mãe. Eu amaria ser dirigido pela minha mãe.

J: Esta é uma ótima reposta! Você alguma vez ficou fascinado ao conhecer alguém famoso?
H: Eu acho que não. E você?

J: Eu nunca. Mas teve uma entrevista que fiz há 2 anos que foi tirada do contexto. A entrevista dizia que fiquei encantada por alguém em um filme. Mas não aconteceu. Existem definitivamente pessoa que eu conheci e respeito, mas sou muito consciente ao fato de que por trás da fama são pessoas normais.

H: Você tem algum medo? Do que você tem medo?
J: Estou feliz por você ter perguntado isso! Existe um mito que tem sido perpetuado por aí de que eu tenho medo de cobras. Eu não tenho medo de cobras!

H: Você sabe onde começou?
J: Você!

H: Certo, foi incorreto presumir que baseado no fato de você ser australiana, mas tem medo de pequenos insetos na água, que você teria medo de cobras também. Desculpe por criar este rumor!
J: Quero apenas esclarecer que eu tenho uma apreensão muito natural com animais que podem matar você, ou tipo ursos, mas eu nunca vou gritar ou fazer cena quando ver um só porque isso seria incrivelmente estúpido. Eu segurei uma cobra para um ensaio de fotos!

H: Ah! Eu também! Mas para um ensaio diferente. Como foi pra você segurar uma cobra?
J: Eu pedi para segurar a cobra. Era uma albina fofa e eu estava tipo, “Posso segurar?”, acho que seu nome era Ben. E como foi pra você, segurar uma cobra?

H: Por sorte, ela mijou no dono antes de eu segurá-la, então não aconteceu nada comigo. Foi legal, mas não me sinto tão inclinado a segurar a cobra. Acho que instintivamente, com a forma que cobras e aranhas se movem, meu instinto diz para não chegar perto.
J: Faz sentido.

Matéria: VMan | Tradução: Chris (Equipe Josephine Langford Brasil)

Por em março 30, 2019
Por Maxwell Williams (1 de Março)

Seguindo os passos de sua irmã, essa australiana novata está prestes a enfrentar o próximo sucesso adolescente.

After é um daqueles fenômenos que a internet gera, mas não consegue conter. De acordo com o Wattpad, o site de fanfic onde a autora Anna Todd publicou pela primeira vez o romance, After ganhou mais de 1 bilhão de leituras desde 2014, e foi escolhido para ser filme antes de Todd assinar o contrato para a série de livros. Josephine Langford conseguiu o papel de protagonista na próxima adaptação de uma forma similarmente turbulenta; Até cerca de 10 dias antes da produção começar, o papel de Tessa, uma estudante dedicada que se apaixona pelo badboy Hardin (Hero Fiennes-Tiffin), seria interpretado por outra atriz, com Langford escolhida para um papel secundário. Mas, conflitos de agenda mudaram a situação: “Foi um pouco caótico porque eu tive apenas alguns dias para me preparar”, ela conta. “Mas também não tive tempo para me preocupar muito ou entrar em desespero”, diz a atriz de 21 anos, nascida em Perth.

Dado os temas de descoberta sexual que envolvem o enredo do livro, encontrar química com seu par Fiennes-Tiffin pode parecer um pouco complicado. Mas Langford diz que essa foi a parte fácil. “Acho que química é apenas sobre duas pessoas estarem confortáveis uma com a outra”, diz. “Eu tenho sorte de o Hero ser tão doce, e nós estávamos confortáveis juntos — especialmente com algo desse tipo, onde existem tantas cenas intimidadoras. Mas isso também não foi um problema para nós.”

Enquanto os fãs serão os juízes da química entre Langford e Fiennes-Tiffin, o apelo do filme para o fandom raivoso da One Direction e os órfãos 50 Tons – a sede adjacente alimentou grandes projeções. Langford pode saber mais sobre a fama do que a maioria, já que sua irmã mais velha, Katherine, interpreta Hannah Baker no sucesso da Netflix, 13 reasons why. Porém Josephine é rápida ao diferenciar os dois caminhos. “Eu estava voando de Perth para Los Angeles o tempo todo por seis meses, para audições de diferentes projetos”, ela conta. “Eu tive muitos quases, incluindo com After, porque eu fui reescalada uma semana antes das filmagens. Acho que se o meu primeiro grande trabalho tivesse sido uma série da Netflix com muita expectativa, então teríamos mais a compartilhar. Mas eu não tinha tempo para ouvir conselhos e muito menos ela tinha tempo para dá-los.”

Por enquanto, Langford está se preparando para dois projetos ultra-secretos, e ela diz que está no mercado para trabalhos com materiais mais distintos. “Haviam todas essas pequenas coisas que me atraíram para o roteiro de After, como o fato de Tessa trair o seu namorado”, afirma Langford. “Eu amo ver personagens femininas que não são perfeitas e não são demonizadas por isso”.

Então ela está pronta para toda a atenção que virá com After? “Não”, diz Langford à respeito. Mas ela não pretende que esse fator se torne uma barreira. “Muitas pessoas me disseram: ‘Aproveite agora, pois depois de Abril, você talvez não tenha mais tanta liberdade’ , mas honestamente, eu não tenho ideia de como será. Como você pode se preparar para algo que você não sabe como vai ser?”.

Matéria: V Magazine | Tradução: Chris (Equipe Josephine Langford Brasil)
Por em março 30, 2019
The West Australian por Jessie Papain (31 de janeiro de 3017)

Conseguir um papel em um filme ao lado de uma lista de nomes conhecidos de Hollywood é algo com que a maioria dos jovens atores só poderia sonhar.

Mas foi exatamente assim que Josephine Langford, nascida em Perth, fez sua estréia no cinema internacional.

A atriz de 19 anos retornou recentemente do Canadá, onde estava filmando o suspense de terror adolescente Wish Upon ao lado de
Ryan Phillippe, Joey King, Elisabeth Rohm, Ki Hong Lee e Shannon Purser.

Embora Phillippe seja talvez o mais famoso do grupo, Langford admitiu que ela não estava fascinada por ele, e que ela não o reconheceu no início. “Eu realmente não sabia quem ele era – eu tinha visto Crash e conhecia Reese Witherspoon e Cruel Intentions, mas eu realmente só sabia o nome dele”, ela disse à AAA.

“Joey foi a pessoa que mais me impressionou, e Shannon porque ela fez Barb em Stranger Things.”

“(Phillippe) era muito tranquilo. É bom porque você espera que muitos grandes atores sejam egoístas, mas ele era muito pé no chão. ”

No filme, descrito como “Meninas Malvadas com muitas mortes”, Langford interpreta a abelha rainha do ensino médio Darcie Chapman, que é a antagonista da personagem de King.

“Eu tive que jogar um monte de frappaccinos na Joey, o que foi divertido”, ela riu.

“Foi ótimo poder trabalhar com um elenco que era tão legal. Todos se deram tão bem, o que é raro”.

Conseguir o papel demorou muito para a atriz criada em Subiaco, que havia passado os 18 meses anteriores enviando fitas de audição para os Estados Unidos na esperança de conseguir um papel. Langford também tinha audições para Neighbours e Home and Away que não progrediram – algo que ela disse que faz parte do trabalho.

“Há certos papéis que você realmente quer ter, mas precisa aprender a lidar com a rejeição”, disse ela. “Agora estou em um ponto em que percebo que 90% das vezes você não consegue um emprego não por causa de sua atuação, mas por causa do seu visual, então você não pode levar a coisa para o lado pessoal”.

Enquanto Langford, que é representada pela Actor’s Management International, aguarda o lançamento de Wish Upon no final deste ano, ela planeja viajar para Los Angeles para buscar mais projetos.

Matéria: AAA/Ali Robert Studio | Tradução: Chris (Equipe Josephine Langford Brasil)
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