Biah

Josephine Langford nasceu no dia 18 de agosto de 1997 em Perth, Australia, filha dos médicos Elizabeth e Stephen Langford e irmã mais nova de Katherine Langford. Desde cedo, Josephine já sonhava em ser atriz e em 2013 iniciou sua carreira e desde então nunca parou. Leia mais

Por em abril 22, 2019
Por Gabe Bergado (22 de abril de 2019)

No novo filme After, Josephine Langford estrela como Tessa, uma jovem transitando à vida adulta quando começa seu primeiro semestre de faculdade. Em casa, ela sempre foi uma filha responsável e tinha um namorado do ensino médio. Mas quando ela conhece o pensativo e misterioso Hardin Scott (Hero Fiennes-Tiffin), seu mundo todo é revirado. Tessa de repente está fazendo coisas que nunca fez antes, experimentando coisas que nunca pensou que experimentaria – mas é por causa de Hardin, ou porque finalmente teve a oportunidade de descobrir as coisas sozinha? De qualquer forma, é claro que depois de conhecer Hardin, nada é o mesmo.

O filme é o primeiro grande projeto de Josephine, que já se apresentou em alguns curtas e apareceu em alguns episódios de Wolf Creek. Conseguir o papel de Tessa foi uma grande coisa. O filme é baseado na mega-popular série de livros After de Anna Todd, cujos romances foram inspirados pela fanfiction de One Direction, estrelada por Harry Styles, que ela escreveu no Wattpad – e atraiu uma fã base dedicada. Josephine conversou com a Teen Vogue sobre o drama romântico, o apoio do fandom e muito mais.

Como você entrou para o ramo da atuação e como foi sua primeira audição?
Atuar é algo que eu sempre quis fazer e me interessou. Para mim, foi meio que um processo de descobrir como entrar na indústria porque eu cresci em uma cidade em que a indústria não é forte. Eu acho que meu primeiro teste foi para um musical local. Foi rápido. Eu não consegui o papel.

Quais são os seus filmes favoritos?
Eu tenho queda por filmes de ação. Um dos meus filmes favoritos são Sr. & Srª Smith, O Cavaleiro das Trevas, Inception, O Quinto Elemento, Piratas do Caribe e Os Vingadores. Esse tipo de coisa. Em termos de apenas um bom filme para assistir, eu assisto tudo e qualquer coisa, exceto horror. Isso me assusta.

O fandom de After é grande. Você estava familiarizada com a saga de livros antes de se juntar para o filme?
Eu não tinha ideia que os livros existiam e que eram essa coisa tão grande que todo mundo parecia saber sobre, exceto eu. Eu acho que quando tinha 14 anos, eu o encontrei online. Então eu tive a sensação que eu tinha lido as primeiras páginas da fanfic, mas não.

O que se destacou para você sobre a Tessa, e o que acha que faz ela ser tão relacionável?
Apenas um monte de pequenas coisas foram o que me fizeram fazer isso e me atraiu para a crueza da história. Eu apenas li o livro e o roteiro e senti que eu entendi o jeito que ela pensava. Eu queria ter certeza de que ela não seria interpretada como uma caricatura, porque eu sinto que tem uma expectativa para garotas se vestirem de certa maneira, ou serem conservadoras, ou elas são inteligentes mas são interpretadas como essas boas garotas bidimensionais, então houve algo sobre a personagem na história onde eu estava tipo, “Eu quero ser a única a fazer isso porque eu quero acertar.”

Eu acho que tem algo que realmente dá pra se identificar sobre ela, é o que essa história é sobre, e sobre a primeira vez que você lê um poema ou a primeira vez que você se afasta da sua família ou você vai para faculdade e conhece novas pessoas. Ou você tem seu primeiro amor ou o primeiro relacionamento. Com Tessa, eu acho que eu tenho que dar todos os créditos para Anna Todd, a autora do romance, porque eu acho que ela foi capaz de escrevê-la de uma maneira onde todo mundo que a lê pode se identificar com ela de uma forma ou de outra.

Como foi trabalhar com o Hero Fiennes-Tiffin?
Ele é ótimo. Ele é maravilhoso. Para nós dois, este é o nosso primeiro grande papel. Foi bom fazer essa jornada com alguém que estava no mesmo barco que eu.

Muita gente conhece After porque foi baseado em uma fanfiction de Harry Styles do Wattpad, mas o livro obviamente tem Hardin como seu próprio personagem. Qual foi sua reação quando você ouviu pela primeira vez que o personagem era vagamente uma extensão do ex-integrante do One Direction?
Eu realmente não tive uma. Eu falei com Anna, e nós conversamos muito sobre isso, e Anna disse isso tantas vezes, que para ela, One Direction e Harry Styles e tudo mais, inspirou a fan fiction, basicamente, apenas pelos seus rostos. Eles realmente não têm nada a ver com a história, e nada a ver com os personagens, e nada em comum. Mesmo fisicamente, como a maneira como são descritos no livro, seus rostos estão cheios de piercings e tudo mais. A história realmente não tem nada a ver com Harry Styles ou One Direction. Quando cheguei e li o livro, li o roteiro, não havia nada nos dois que sequer aludisse a isso. Então eu realmente não tive uma reação, além de que eu achei incrível que ela tivesse criado esse trabalho que tocou tantas pessoas de alguma forma, basicamente escrevendo fanfiction como hobby, sobre uma de suas bandas favoritas. Eu acho isso muito legal.


Há algumas cenas bem quentes no filme, incluindo uma em que Tessa e Hardin vão nadar no lago. Como foi se preparar mentalmente para fazer essas cenas?
Bem, eu nunca tinha filmado uma cena íntima antes, então, obviamente, concordando e sabendo que havia algumas cenas, eu fiquei tipo, “Ok, como vai ser?” Não era medo, era apenas, não sei, uma antecipação curiosa? Mas então nós tivemos muita sorte de termos um período de ensaio de uma semana e muitas dessas coisas mais íntimas, nós as separamos e coreografamos como uma dança; foi muito técnico. O momento em que nós filmamos, foi no final das filmagens, quando estávamos muito confortáveis ​​com toda a equipe. Mesmo que eu não soubesse como seria, fiquei chocada com a facilidade e o profissionalismo que foi e como eu estava confortável durante a coisa toda.

Se você estivesse no lugar de Tessa, você seria capaz de perdoar Hardin por tudo o que aconteceu?
Eu não sei o que eu faria. Se eu estivesse apaixonada por um cara, e ele fizesse coisas que Hardin fez… Eu tenho amigas minhas que dizem que nunca perdoariam o namorado se ele as traíssem, e então elas se apaixonam loucamente, seus namorados as traem, e elas os perdoam e seguem em frente. Eu sinto que esse tipo de coisa é difícil de saber o que você faria – ou prever o que você faria quando estivesse apaixonada – se não está nessa situação.

Qual tem sido sua lembrança favorita de toda essa jornada com After?
Honestamente, acho que são os fãs. Eu não tive a oportunidade de conhecer muitos deles enquanto estávamos filmando, então agora que estamos nessa turnê de imprensa, eu pude conhecer muitos deles em eventos, sessões de autógrafos, e tudo mais. Só de ver como as pessoas estão felizes que um de seus livros favoritos se transformou em um filme e ganhou vida. Há algo tão gratificante sobre isso, quando você vê que você fez algo, não importa o quão pequeno, que fez alguém feliz. Eu não quero dizer que é bom ver as pessoas chorarem, porque é claro que não é, mas há algo realmente emocionante e amável em ver o impacto que você está tendo na vida de alguém.

Matéria: Teen Vogue | Tradução: Equipe Josephine Langford Brasil
Por em abril 16, 2019

Josephine Langford foi recentemente escalada para Into The Dark, uma série de terror antológico que tem cada episódio baseado em um feriado, exibida pelo serviço de streaming Hulu.

O episódio com participação de Josephine será inspirado no Dia dos Pais, sendo o nono da primeira temporada com o titulo “They Came Knocking”.
Segundo fontes o episódio será exibido no dia 7 de Junho e conta com Clayne Crawford, Lia Mchugh e Robyn Lively também no elenco, a trama foi escrita por Shane e Carey Van Dyke e dirigida por Adam Mason, com a seguinte sinopse: Depois de perder sua esposa para o câncer, um pai leva suas duas filhas em uma viagem de carro, onde ele encontra sua família na mira de entidades sobrenaturais aterrorizantes.

Segundo o IMDb, Josephine irá interpretar a personagem Clair, mais informações em breve.

Por em abril 13, 2019
Por Christina Radish (12 de abril de 2019)

Dirigido por Jenny Gage e baseado no imensamente popular livro de Anna Todd, o drama romântico After segue Tessa Young (Josephine Langford), que embarca no seu primeiro ano da faculdade como uma aluna dedicada e uma filha obediente, até que sua colega de quarto a convence a experimentar o lado social da faculdade. Depois que um jogo de verdade ou desafio leva a uma rejeição que intriga a misteriosa importação britânica Hardin Scott (Hero Fiennes-Tiffin), os dois aprendem que eles têm mais em comum do que eles poderiam imaginar mas ao mesmo tempo, o segredo que Hardin está escondendo poderia romper qualquer chance que eles têm de um amor real.

No dia de entrevistas do filme em Los Angeles, Collider teve a oportunidade de sentar e conversar com a atriz australiana Josephine Langford sobre como ela acabou interpretando Tessa depois de originalmente ter feito teste para outro papel, como ela se conectou à sua personagem, o que ela achou desafiador sobre papel, filmar a cena do lago, ter Selma Blair interpretando sua mãe, a importância de Tessa fazer suas próprias decisões em sua vida e no amor, se ela seria tão indulgente quanto sua personagem, os mais engraçados e os mais desafiadores dias no set, o que a levou a ser uma atriz e a série de TV que ela adoraria fazer uma convidada especial.

Collider: Você originalmente fez teste para uma personagem diferente, como você acabou interpretando Tessa?
Então, meus amigos estavam fazendo testes e eu estava como, “O que é isso?”. Eu estava torcendo pelos meus amigos mas eu estava: “O que é essa gravação que estamos prestes a fazer?” E eles estavam tipo, “Oh, é só essa coisa. Você não pode fazer teste para isso porque você precisa de um green card e também tem conflito com o trabalho que você está gravando.” E aconteceu, eu não fiz a audição. Três meses depois, eles haviam adiado as datas da filmagem e tinham selecionado a Tessa, mas eu consegui um teste para Molly porque de repente eu estava disponível quando eles adiaram as datas de filmagem. Essa foi uma das únicas audições que eu já fiz, onde eu não li o roteiro de antemão porque eu literalmente não tinha tempo aquela semana. Então, eu fiz a audição e fiz um retorno de chamada, e então eu recebi uma ligação dizendo, “eles querem você para o papel principal.” Então eu li o roteiro e eu estava tipo, “Oh, sim, isso parece uma sensação melhor.”

Collider: Então, você claramente não estava familiarizada com os livros.
Eu não sabia sobre os livros. Quando meus amigos fizeram audição para o filme, eles estavam tipo, “é, aparentemente é baseado em uma saga de livros bem-sucedida.”

Collider: E então, você descobriu quão insanamente bem-sucedida essa saga de livros é?
E é, e isso acontece muito com audições. Você vai ler algo e vai ter duas grandes celebridades. Você vai ler outra coisa, e tem uma fanbase imensa. Tem tantos projetos aí fora, que têm tantas coisas sobre eles que são bem-sucedidas, que às vezes é difícil perceber qual deles vai estourar.

Collider: Qual foi a coisa sobre Tessa que você se sentiu mais conectada?
Com todos os personagens que eu já interpretei, eu sinto que eu compreendi o jeito que ela pensava e como ela era. Nós temos um monte de pequenas coisas em comum. Eu li e eu estava assustada sobre alguém interpretando ela muito caricata porque eu sabia que isso era tão possível para alguém fazer o papel como uma personagem tensa, conservadora, unidimensional. E eu estava tipo, “Eu quero interpretar ela porque eu quero fazer isso certo.”

Collider: O que você mais se sentiu desafiada, com Tessa?
Eu tive que fazer um sotaque para o papel, mas eu não tinha que fazer maneirismos loucos, para mim, a coisa mais desafiadora foi nos bastidores das filmagens, estar em literalmente todas as cenas, gerenciando a continuidade emocional e lidando com agendamento e filmagem tudo fora de ordem. Eu nunca tive que lidar com isso antes, então eu achei que isso foi o mais desafiador sobre gravar o filme.

Collider: Como você achou o sotaque?
Eu estava praticando o sotaque americano por anos, e eu fiz isso em alguns papéis diferentes, então eu estava bem confiante. Foi tudo bem.

Collider: A cena do lago entre Tessa e Hardin é realmente bonita de se ver, e parece como algo que soaria muito divertido no papel, mas na verdade, parece que pode ter sido um pouco desafiador fazer isso. Como foi para filmar?
Foi uma das melhores e uma das piores cenas. Nós tivemos que filmar por três dias no lago. Teve um dia em que tivemos uma trovoada, e a cada 30 minutos, nós tínhamos que sair da água e nos mover para o acampamento. Foi um pesadelo. Então, teve um momento que estava muito frio, e nós estávamos de pé no cais, congelando e tentando controlar os calafrios. Não foi bom. Teve um momento onde estava muito quente e nós tivemos que pular e nadar, o que foi ótimo. Isso foi realmente divertido. Mas, definitivamente tiveram desafios em filmar lá.

Collider: Quando eu assisti esse momento, eu me perguntei se você era capaz de passar pelo diálogo sem engasgar com a água e eu me perguntei se você estava preocupada com o que estava naquela água.
Quando nós estávamos beijando, foi muito engraçado porque deve haver tantos sequências onde estávamos apenas entrando e saindo da água. Eu não conseguia parar de rir porque nós estávamos engolindo água e tentando fazer essa cena de beijo romântico. E nós tivemos uma pessoa que cuida de cobras lá porque tinham cobras no lago. Eu sou da Austrália então eu estou acostumada com isso.

Collider: Como foi ter Selma Blair interpretando sua mãe?
Ela é maravilhosa! Ela é tão hilária. Ela é tão boa. Nós temos tanto em comum que foi muito hilário que tenhamos sido escolhidas para mãe e filha porque nós até andamos da mesma maneira. Ela é tão engraçada. Nós entramos em uma sala para fazer uma cena, e logo antes de entrarmos (em cena), ela gritava algo como: “Mangas!” E então, estávamos todos tentando controlar nossa risada, enquanto estávamos fazendo a cena, mas ela ficaria bem porque ela é apenas uma profissional.

Collider: Eu realmente achei que foi uma decisão inteligente de suavizar um pouco o Hardin no filme. Ele pareceu muito mais babaca no livro.
Bem, quando você tem 600 páginas para falar sobre um personagem e para descrever o personagem, é diferente de ter uma hora e meia no filme. Você tem que adaptar algumas vezes, caso contrário não funciona. Nós apenas temos algumas cenas para a audiência para ver como ele é. Há sempre pequenas coisas que você tem que mudar para adaptar algo à um filme. Se tivermos sorte o suficiente para ter mais filmes, e adaptar o segundo e o terceiro e o quarto livro, definitivamente haverá muito mais do relacionamento complicado deles. Eles discutem muito, e isso é algo que nós estamos tentando trazer para os outros filmes. É difícil escrever isso quando você tem quatro minutos na tela para fazer uma cena de discussão e resolvê-la. É muito mais difícil do que quando você tem cem páginas no livro. Então, tem alguns elementos do relacionamento que definitivamente vão ser mais mostrados nos filmes seguintes, se nós tivermos filmes seguintes. Para esse filme, foi tão importante que nos focamos em estabelecer o relacionamento primeiro antes de entrarmos nas complicações do relacionamento.

Collider: É ótimo que Tessa faz todas as suas próprias decisões ao longo do filme e ela fala o que ela quer e o que ela não quer.

Ela faz o que ela quiser, de acordo com seus próprios níveis de conforto.

Collider: Isso foi algo que estava sempre no roteiro, ou foi sempre falado, ao longo do caminho?
Estava sempre no roteiro e eu acho que estava sempre no livro. Tiveram algumas pequenas revisões que Jenny Gage fez para o roteiro, que foram fantásticas, mas sempre foi uma parte do livro, também. Tessa faz o que ela quer, de acordo com seus próprios níveis de conforto. Quando a mãe dela está tipo, “não fique com esse menino”, ela não escuta. Quando as pessoas estão tipo, “você não fez sexo ainda, você deveria”, ela não escuta isso. Ela faz o que ela quer, e isso não é sobre o que as outras pessoas ao redor dela querem que ela faça. Ela está no controle da sua própria sexualidade, e isso é algo que sempre foi uma parte dos livros, e algo que sempre foi muito importante sobre eles. Ela está aberta à novas experiências, e ela está curiosa e quer tentar coisas. Ela nunca foi pressionada pelo Hardin a fazer nada, e ela não se deixa ser por outras pessoas.

Collider: Você sente que se você estivesse na situação da Tessa, você seria tão indulgente quanto ela, ou você acha que você iria reagir de forma diferente da dela?
A resposta honesta é que eu não sei. Amor é uma emoção muito forte, e é uma emoção muito poderosa. Eu não acho que você pode prever o que você faria nessas situações. Eu tenho amigas que dizem que elas nunca perdoariam traição, mas então elas se apaixonam, o cara trai e elas perdoam ele. Eu não sei o que eu faria.

Collider: Você teve um dia muito divertido no set, e houve um dia muito desafiador?
O dia mais desafiador foi uma cena altamente emocional que acontece no final do filme. Eu não quero falar especificamente o que, mas foi filmado ao longo de 16 horas. Foi só uma cena, de um milhão de ângulos diferentes, e fazer essa cena repetidamente, por 16 horas, foi difícil. Eu lutei com isso. Tudo com a Selma foi provavelmente o melhor. Eu também achei as coisas da montagem muito divertidas porque você pode conversar, mas eles não estão gravando o que você está falando, então você pode fazer qualquer coisa.

Collider: Você teve um monte de mulheres envolvidas nessa produção, desde a diretora até a autora e as produtoras, e o elenco é formado por um grupo muito diverso e interessante de atores.

Todo mundo achou que foi muito importante, e realmente tentaram se certificar que tinha muita diversidade no elenco. Você sempre pode se esforçar por mais. É algo que não acontece o suficiente na indústria, mas todo mundo achou que era tão importante que nós temos pessoas com orientações sexuais diferentes, raças diferentes e idade diferentes, então todo mundo tem algo para se identificar. Se você está fazendo um filme, as pessoas nele têm que se parecer e representar como as pessoas no mundo real aparentam. Eles apenas fazem. Não fazer isso não faz nenhum sentido. É apenas idiota.

Collider: Porque você chegou a isso tão tarde, teve um momento em que finalmente se juntou a todos e as coisas pareceram que realmente dariam certo?
Exceto por Hero [Fiennes-Tiffin], cada pessoa foi colocada no elenco em pouco tempo. Alguns dos personagens foram escolhidos um dia antes de aparecerem no set. Então, foi provavelmente no meio do caminho, ou no fim das filmagens, quando todo mundo já tinha sido escolhido e todos nós saímos, onde ficamos tipo, “Okay, é isso.” Isso foi a realidade de fazer um filme. Às vezes você aparece e é tipo, “esse é o cara que você vai beijar,” e você faz a cena.

Collider: Quando você assume algo assim, onde é um papel principal tão grande e um personagem que várias pessoas amam de uma saga de livro que é muito amada, foi algo que você se sentiu realmente pronta ou é algo que você realmente aprendeu muito sobre?
Eu não sei. Para mim, eu só li o roteiro e eu estava tipo, “esse é o papel que eu estou fazendo,” e eu apareci no set e eu fiz isso. Eu não penso muito sobre todo o resto. O que eu aprendi nisso foi que eu realmente gosto desse processo e eu amo isso. Eu estou tão feliz que eu tenho o privilégio de fazer isso, como uma carreira. Isso foi o que eu aprendi. Algumas experiências no set não são boas, e algumas vezes o processo de audição não é divertido. Há um monte de coisas diferentes sobre essa indústria que pode fazer você não gostar disso. E então, quando você tem uma experiência e é realmente boa, e você está em um papel que você gosta com pessoas que são maravilhosas, te dá um impulso e faz você ir, “é por isso que eu estou fazendo isso.” Isso substitui todos os momentos onde não parece gratificante..

Collider: Um monte de crianças dizem que querem ser atores, assim como eles dizem que querem ser astronautas, bombeiros ou veterinários. Como você decidiu tomar esse passo para fazer isso acontecer, de verdade?
Eu sempre soube que eu ia ser uma atriz, e eu queria ser uma atriz porque não tinha mais nada e eu estava tipo, “Eu quero fazer isso para viver.” Eu cresci em uma cidade muito pequena e isolada que não é incrivelmente carregada de indústria. Nós só temos quatro agentes em toda a cidade, então demorei um pouco para descobrir como um agente era e como a indústria funciona. Foi um processo realmente demorado de aprender como as coisas funcionam e como entrar na indústria.

Collider: Também ajudava que sua irmã, Katherine, estava passando por isso igualmente ou vocês seguiram caminhos muito diferentes?
Nós seguimos caminhos diferentes. A maneira como eu consegui um agente dos Estados Unidos foi através de alguém que me apresentou à eles, e ela conseguiu seu agente nos Estados Unidos através de um workshop. Nós temos diferentes caminhos para descobrir e entrar na indústria.

Collider: Você sabe o que você vai fazer a seguir ou você já pensou no que você deseja fazer a seguir?
Tem alguns projetos que eu li recentemente que eu amo. Eu ainda estou no processo de conhecer eles, então eu não tenho nada bloqueado ou aguardando. Eu tenho algumas coisas por aí.

Collider: Quando você lê algo, você instintivamente sabe se algo não é para você?
Eu passo por muitas coisas. Tem algumas coisas que eu li que eu não senti nenhuma conexão, mas algumas pessoas podem sentir. É incrivelmente pessoal, coisa subjetiva, e é o mesmo com as coisas que eu estou apaixonada sobre. Não é o gênero. Não é o personagem. Você lê algo e tem algo inexplicável sobre isso que faz você querer fazer.

Collider: Você está procurando por filmes e projetos de TV?
É, eu estou. Com TV, você só tem que ter um cuidado extra para ser o que você realmente ama, porque obviamente é um contrato mais longo. Mas com certeza, eu estou interessada em ambos.

Collider: Tem algum programa de TV atual que você ama que você adoraria fazer um participação ou um arco?
Tem tantos. Eu não posso escolher, então eu só vou com a última coisa que eu assisti que foi Sex Education do Netflix. Foi maravilhoso e eu acho que seria bem divertido fazer uma participação. Eu adoraria fazer participações. Isso soa muito divertido.

After já está nos cinemas.

Matéria: Collider | Tradução: Carol (Equipe Josephine Langford Brasil)

Por em abril 12, 2019
Por Santiago Alverú (12 de abril de 2019)

After é o último fenômeno de uma fã que vive no mundo do cinema. Nós falamos em Madrid com os seus protagonistas enquanto uma multidão de pessoas os perseguem pelas ruas.

Anos atrás, Anna Todd era uma adolescente fã de One Direction. Tanto que ela começou a escrever uma história de ficção em que uma garota conhecia Harry Styles. A história foi feita online, ganhando uma grande comunidade de fãs que pensaram e influenciaram o futuro dos personagens. Todd adicionou um pouco de açúcar, temperos e uma história de universitários, e assim foi como After nasceu, uma das sagas literárias mais bem sucedidas dos últimos anos.

Se vocês não sabem absolutamente nada sobre o que estamos falando, vocês podem não ser um alvo desse fenômeno. Embora seja difícil de acreditar: essa história com nuances eróticas sobre um amor universitário nos EUA cruzou fronteiras geográficas de todos os tipos. “Eu acho que as pessoas são muito atraídas por esses tipos de fantasia que ocorrem durante os primeiros anos da universidade,” Anna Todd disse, “e a universidade ou as instituições americanas têm elementos que são conhecidos por todos. É uma coisa muito única, mas ao mesmo tempo tremendamente universal: dando um passo em direção à vida adulta, separando-se de sua família, forçando-se a ser social, conhecendo outra classe de pessoas, etc. Tem algo sobre a universidade nos Estados Unidos que o cinema levou ao mundo todo. Isso nos permite alcançar um público muito maior.”

Fãs do filme (o qual ainda não foi lançado) parecem vir diretamente da origem literária da saga. “Há indícios, como o fato de que muito dos livros estão de volta aos melhores vendedores. Recebo e-mails que dizem: ‘Acabei de ver o trailer e eu comecei a ler os livros, eu estou indo para o terceiro!’. Eu tenho uma conexão tão direta com meus leitores que eu acho que é uma comunidade pequena, mas é obviamente enorme e cresce a cada dia.”

Os olhos de Josephine Langford brilham quando o assunto é cinema: “Meu gosto em cinema é bastante diverso, mas eu definitivamente sou louca por filmes indie. Good Time é um filme maravilhoso, assim como Personal Shopper. Eu não acho que seguir um caminho similar a de qualquer um deles fosse de algum modo negativo.”

Ao comparar After e Crepúsculo, Hero é mais reservado. “Não é uma comparação que foge. É uma honra. Mas eu não ousaria me pronunciar sobre isso, cada um é diferente e não importa o quanto eu admire os dois atores e seja uma inspiração, eu gostaria de ter um nome e um caminho separado.”

Igual ao que ocorreu em Crepúsculo, o filme prevê um esmagamento de críticas mas quem se importa? As críticas especializadas à imprensa não têm poder aqui. “Este não é um filme para eles,” Anna Todd diz desafiando. “A rejeição dos críticos é algo que vem acontecendo comigo desde que comecei com os livros. O New York Times poderia ter comentado sobre o meu trabalho, mas sempre de uma posição de distância, sem me considerar uma verdadeira escritora, mesmo vendendo milhões de livros. É por isso que eu não esperava que a passagem dos livros para o filme fosse mais simples.”

Que Anna é uma fã de One Direction já sabemos, mas Hero e Josephine são fãs de algo em especial? “Eu nunca fui fã de nada em um nível extremo, eu não acompanho ou coisas assim… mas sempre gostei muito de Star Trek”, confessa Josephine, enquanto Hero é novamente o recatado do trio: “Eu não ousaria a me comparar com os fãs de After. Eles são de um nível muito alto.” Sem dúvida, amigo. Sem nenhuma dúvida.

Matéria: Cinemania | Tradução: Carol (Equipe Josephine Langford Brasil)


Por em abril 12, 2019
Por Lauren McCarthy (12 de abril de 2019)

Foi um longo caminho para Josephine Langford chegar a Hollywood – cerca de 10 mil quilômetros, mais ou menos, para ser exato, se você estiver contando com a cidade natal de Perth, na Austrália. “Demorou muito, muito tempo [para começar], vindo de uma cidade isolada. Perth não é pesado na indústria, então descobrir como entrar foi difícil ”, disse a mulher de 21 anos. “Eventualmente, descobri o que era um agente dos EUA e, por isso, consegui um agente dos EUA. É aí que tudo começou.” E agora que ela está aqui, ela não irá a lugar nenhum, especialmente se o burburinho em torno de seu último filme – seu primeiro como protagonista – continuar.


Se você não está familiarizado com After, então provavelmente você nasceu antes dos anos 90. A série de romance, escrita por Anna Todd, tem uma história infame: começou originalmente como fan fiction sobre o antigo membro do One Direction, Harry Styles, que Todd escreveu em um aplicativo de blog chamado Wattpad. Desde então, evoluiu para cinco romances e, a partir de sexta-feira, um longa-metragem que, a julgar pelo tamanho de sua base de fãs, pode muito bem ser o próximo Crepúsculo.

Antes de aterrissar na potencialmente protagonista de Tessa Young, a protagonista de After, Langford tinha apenas mais um filme com seu nome, o filme de terror 2017 Wish Upon, (no Brasil 7 Desejos). Mas no caso de você não ter juntado as peças, sua irmã mais velha é Katherine Langford, de 13 Reasons Why (no Brasil Os 13 Porquês), embora Josephine diga que as duas não falam sobre trabalho em casa. “Todo mundo me pergunta isso, e sinceramente a resposta é não”, disse ela. “Não sendo arrogante, mas nós duas sabemos o que estamos fazendo.”

Como qualquer romance bom de adolescente, After gira em torno de algo de um amor proibido entre uma ‘boa menina’ caloura de faculdade e um ‘bad boy’, interpretado por Hero Finnes-Tiffin. O enredo central do filme continua o mesmo, com pequenas atualizações do livro de 2014. Como Langford explicou, “não havia a noção de tentar copiar o livro. O filme é muito diferente do livro. O livro inteiro é da perspectiva dela e quando eu li, eu senti como se entendesse como ela pensava, então eu fiz isso. Eu não tentei copiá-la, mas fiz o que senti ”.

Langford leu o livro pela primeira vez durante o processo de testes, mas ela lembrou que ela pode ter tido um encontro ainda mais cedo com o material de origem. “Isso é tão engraçado”, disse ela. “Então, eu uso muito a Internet – é um grande passatempo meu, apenas navegar na Internet. E você sabe como vai para os cantos escuros profundos? Tenho certeza que me deparei com a fan fiction e li as primeiras cinco páginas. Quando eu estava lendo o livro, eu pensava, ‘Isso tudo é vagamente familiar’. Mas eu não sei ao certo.”

Se fez, certamente não estava sozinha – After já tem uma das mais dedicadas fanbases na Internet (a conta oficial do Instagram para o filme tem quase um milhão de seguidores). “Esses fãs são como o FBI”, disse Langford. “Eu não sei como eles fazem isso. Antes mesmo de anunciar meu casting, comecei a receber seguidores. Um dos produtores do filme curtiu um comentário de alguém dizendo, ‘É essa garota’. E foi assim que eles conseguiram.”

Ainda assim, ela ainda não se envolveu completamente com o fato de que sua vida pode mudar muito depois deste fim de semana – embora ela esteja ciente de que talvez seja hora de confrontar isso. “Ainda não acho que caiu a ficha,” disse ela. “Entrando, éramos constantemente lembrados sobre o tamanho da fanbase, e quão grande isso poderia ser, porque eles realmente queriam que estivéssemos preparados, mas eu não acho que agora eu percebi isso ainda. Não será até que eu veja os fãs. Uma coisa é ver um milhão de pessoas no Instagram seguindo a conta, e outra coisa é ver um milhão de pessoas em pessoa.”

Matéria: W Magazine | Tradução: Biah (Equipe Josephine Langford Brasil)
Por em abril 08, 2019
Por Janna Johnson O’Toole (8 de abril de 2019)

“Eu entro em um avião em 24 horas e faremos essa tour enorme de um mês na Europa. Vamos visitar vários lugares que nunca fui, então estou muito animada!”, diz Josephine Langford, 21, pelo telefone de Perth, sua cidade natal.

A alegre antecipação de sair para essa aventura é palpável, mas também é palvável as expectativas não ditas. Essa pode ser uma viagem excitante para conhecer novos lugares (Espanha e Portugal estão no topo de sua lista) ou pode ser a viagem que a empurra para novos territórios, de atriz-promissora à estrela central.

A razão por dentro da tour é promover seu novo filme, After, que chega aos cinemas no mundo todo no começo de abril (apesar de termos que esperar até 6 de junho para assistí-lo). Langford interpreta Tessa, a protagonista do livro de Anna Todd, que serviu de base para a adaptação cinematográfica. Um fenômeno na categoria jovem adulto, After vendeu mais de 10 milhões de cópias mundiais, e se tornou número um best-seller na Europa.

“Tinha essa energia na Tessa que eu senti que poderia me conectar – Eu podia entender o jeito que ela pensa,” Langford diz. “Ela têm um diálogo interno que me ajudou muito quando li o livro, tive essa sensação de querer ter certeza que ela não fosse interpretada como uma caricatura de ‘boa menina’. Eu realmente gostei do percurso que ela passa por ser uma jovem mulher explorando sua sexualidade, e essa ser a história, ver as coisas pela sua perspectiva, tinha alguma coisa sobre isso que eu achei muito empoderador e importante.”

Enquanto After vai fazer sucesso entre os millenials, Langford não está planejando o lado lucrativo da sua carreira. “Eu digo que estou lidando com isso,” ela diz, rindo. “Eu não acho que você possa modelar uma carreira, ela só acontece. Eu estou focada em achar personagens com quem me identifico.”

O relacionamento de Langford com o mundo da beleza é igualmente tranquilo. Abençoada pelo combo de juventude e bom genes (sua irmã mais velha é Katherina Langford), a rotina diária dela é básica – “Eu ainda estou na busca por um bom hidratante e protetor solar, mas eu amo protetor labial. Eu tenho pelo menos uns 4 comigo em todos os momentos” – e ela está feliz de aproveitar isso o maior tempo possível. “Eu não senti a pressão da industria para aparecer de um certo jeito – pelo menos não ainda” ela diz. “Quando paparazzis começarem a virar minha realidade, então as coisas mudarão, porque você começa a se conscientizar das fotos”.

Mas ficar em frente às cameras e experimentar diferentes looks de maquiagem é uma oportunidade que deixa Langford feliz. “Se estou fazendo um editorial ou se fazendo shoots, eu vou usar qualquer coisa e fazer qualquer coisa”, ela diz. Diferente de outras estrelas que são protetivas de suas imagens, Langford não foge do olho esfumado ou do batom vermelho para as nossas fotos – ela acrescenta seu lado descolado ao look clássico. “Eu me sinto bem com maquiagem, e me ajuda a criar um personagem. Se estou em uma audição e a personagem é durona, então vou esfumar os olhos – é divertido.”

Até que essa revista chegue às bancas, Langford vai estar terminando sua viagem. Quando e onde ela a terminará continua incerto, mas grandes coisas estão no horizonte e não importa onde a destinação dela vai ser, “A terra, o clima, a familia – eu amo tudo isso aqui.”

Matéria: Harper's Bazaar Australia | Tradução: Chris (Equipe Josephine Langford Brasil)
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